Porque o Campeonato Brasileiro de Futebol, de fato, começou em 1950; não, em 1971, 1967 ou 1959. Este site, pois, assume postura totalmente nova no debate sobre quais são os campeões brasileiros e quantos títulos cada clube possui.
O argumento central é que desde 1950, de maneira praticamente ininterrupta (a exceção de 1956), há um campeonato interestadual de clubes no país, cuja expansão foi gradual até a farra dos anos 70 (96 clubes em '79, isso que os paulistas, a exceção de Palmeiras e Guarani, recusaram-se a participar). Primeiramente, com clubes da Guanabara e de São Paulo (capital e litoral), depois também com gaúchos, mineiros e paranaenses (1967); baianos e pernambucanos (1968); interior de São Paulo (1970); cearenses (1971), etc.
A CBD/CBF apenas encampou um torneio que já existia e trocou-lhe o nome!
De 1950 a 1966, participavam equipes de São Paulo (capital e litoral) e da Guanabara.
Em 1967, foram convidadas equipes de RS, MG e PR.
Em 1968, além dessas: de PE e BA.
Até 1970, os estados representados seguiam SP, GB, RS, MG, PR, PE e BA.
Em 1971, só o que a CBD fez foi acrescentar representação do Ceará. Manteve os clubes e os estados participantes do Robertão. Houve uma "Segunda Divisão", mas sem rebaixamento, nem Acesso. Logo, as mudanças em relação ao ano anterior foram: a organização pela CBD; a fórmula da disputa; a mudança do nome; uma Segunda Divisão, e a participação de uma equipe do Ceará. Para que a tese de que o Campeonato Brasileiro tenha começado somente em 1971, alguma dessas mudanças DEVE ser ESSENCIAL, ou o conjunto delas ou de alguma delas:
a) a organização pela CBD não pode ser, pois a Taça Brasil também era e ela já existia antes de 1971;
b) a fórmula da disputa não pode ser, pois só foi utlizada em 1971;
c) a mudança do nome não pode ser, pois houve alteração em 1975, 1981, 1987, 1988, 1989, etc;
d) uma Segunda Divisão não pode ser porque ela foi abandonada entre 1973 e 1979;
e) pelo que sobra a participação do Ceará! Mas como o estado do Ceará também tinha representação na Taça Brasil...
Em 1972, o critério de particpação seguiu sendo convite, e os estados de AL, SE, RN, AM e PA passaram a ter representante. E, como se sabe, a competição foi inchando durante a década de 70.
Em 1973, voltou-se a ter divisão única, e todos os Estados passaram a ter representante.
Em 1975, houve nova mudança de nome, e de "Campeonato Nacional de Clubes" passou a ser "Copa Brasil".
Em 1980, o critério de participação passou a ser a campanha no Estadual, como era na "Taça Brasil".
Em 1981, nova mudança de nome, entrando em cena a "Taça de Ouro" (nome até 1986), e volta-se a ter Segunda Divisão (mas sem acesso e descenso de uma temporada à outra).
Em 1985, a CBF criou um ranking e o utilizou como critério de participação, além da campanha no Estadual, como faz agora na Copa do Brasil.
etc.
Portanto, a única conclusão possível é que a escolha de 1971 como marco inicial do campeonato Brasileiro é totalmente arbitrária e descriteriosa; sendo totalmente insustentável!
Assim, todos os campeões -a exceção de 1964 e 1966, no caso dos títulos divididos- desde 1950 devem ser considerados campeões brasileiros. Incluiu-se, ainda, os campeões de torneios que classificaram à Libertadores: Taça Brasil, Copa do Brasil e Copa dos Campeões. Além da Taça Brasil de 1968, porque não teria qualquer motivo para incluir a competição e excluir uma de suas edições só porque não levava mais à Libertadores.
Na listagem abaixo, pois, estão TODOS os campeões brasileiros dignos desse nome.
O argumento central é que desde 1950, de maneira praticamente ininterrupta (a exceção de 1956), há um campeonato interestadual de clubes no país, cuja expansão foi gradual até a farra dos anos 70 (96 clubes em '79, isso que os paulistas, a exceção de Palmeiras e Guarani, recusaram-se a participar). Primeiramente, com clubes da Guanabara e de São Paulo (capital e litoral), depois também com gaúchos, mineiros e paranaenses (1967); baianos e pernambucanos (1968); interior de São Paulo (1970); cearenses (1971), etc.
A CBD/CBF apenas encampou um torneio que já existia e trocou-lhe o nome!
De 1950 a 1966, participavam equipes de São Paulo (capital e litoral) e da Guanabara.
Em 1967, foram convidadas equipes de RS, MG e PR.
Em 1968, além dessas: de PE e BA.
Até 1970, os estados representados seguiam SP, GB, RS, MG, PR, PE e BA.
Em 1971, só o que a CBD fez foi acrescentar representação do Ceará. Manteve os clubes e os estados participantes do Robertão. Houve uma "Segunda Divisão", mas sem rebaixamento, nem Acesso. Logo, as mudanças em relação ao ano anterior foram: a organização pela CBD; a fórmula da disputa; a mudança do nome; uma Segunda Divisão, e a participação de uma equipe do Ceará. Para que a tese de que o Campeonato Brasileiro tenha começado somente em 1971, alguma dessas mudanças DEVE ser ESSENCIAL, ou o conjunto delas ou de alguma delas:
a) a organização pela CBD não pode ser, pois a Taça Brasil também era e ela já existia antes de 1971;
b) a fórmula da disputa não pode ser, pois só foi utlizada em 1971;
c) a mudança do nome não pode ser, pois houve alteração em 1975, 1981, 1987, 1988, 1989, etc;
d) uma Segunda Divisão não pode ser porque ela foi abandonada entre 1973 e 1979;
e) pelo que sobra a participação do Ceará! Mas como o estado do Ceará também tinha representação na Taça Brasil...
Em 1972, o critério de particpação seguiu sendo convite, e os estados de AL, SE, RN, AM e PA passaram a ter representante. E, como se sabe, a competição foi inchando durante a década de 70.
Em 1973, voltou-se a ter divisão única, e todos os Estados passaram a ter representante.
Em 1975, houve nova mudança de nome, e de "Campeonato Nacional de Clubes" passou a ser "Copa Brasil".
Em 1980, o critério de participação passou a ser a campanha no Estadual, como era na "Taça Brasil".
Em 1981, nova mudança de nome, entrando em cena a "Taça de Ouro" (nome até 1986), e volta-se a ter Segunda Divisão (mas sem acesso e descenso de uma temporada à outra).
Em 1985, a CBF criou um ranking e o utilizou como critério de participação, além da campanha no Estadual, como faz agora na Copa do Brasil.
etc.
Portanto, a única conclusão possível é que a escolha de 1971 como marco inicial do campeonato Brasileiro é totalmente arbitrária e descriteriosa; sendo totalmente insustentável!
Assim, todos os campeões -a exceção de 1964 e 1966, no caso dos títulos divididos- desde 1950 devem ser considerados campeões brasileiros. Incluiu-se, ainda, os campeões de torneios que classificaram à Libertadores: Taça Brasil, Copa do Brasil e Copa dos Campeões. Além da Taça Brasil de 1968, porque não teria qualquer motivo para incluir a competição e excluir uma de suas edições só porque não levava mais à Libertadores.
Na listagem abaixo, pois, estão TODOS os campeões brasileiros dignos desse nome.